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Xiaomi vai lançar mini geladeira portátil

Calma não é uma impressora! 🙂

A Xiaomi vai lançar uma geladeira portátil para carros denominado Xiaomi Indel B Car Refrigerator. Este pequeno gadget pode ser ligado ao acendedor de cigarros do seu carro.

A mini geladeira possui tecnologia de refrigeração alemã e é fabricado pela Indel B. Esta empresa fornece frigoríficos para veículos há mais de 40 anos para marcas como Volvo, Scania, Daf, Iveco e Renault.

Características da Geladeira Xiaomi

A mini geladeira Indel B tem uma capacidade de 12 litros e uma tampa que abre até 90 graus. Pode ser colocada na mala do carro para fácil conveniência. Acredite a temperatura dessa geladeira que pode cair até -18º Celsius.

Esse gadget possui  uma tela que mostra a temperatura, botões para regular a mesma e ainda um botão de ligar e desligar. O Indel B funciona em modo Max quando ligado ao carro e modo Eco quando ligado a um fonte de energia externa.

Preço e disponibilidade do Xiaomi Indel B Refrigerator

Esta mini geladeira  vai custar 250 euros. Sem data para o seu lançamento, é provável que tal como a maioria dos equipamentos da marca, seja lançado primeiro na China e mercado asiático. Para outros países como o mercado europeu, requer certificação. No Brasil, quem sabe, já que ela está atuando no mercado brazuca desde maio.

Agora não tem desculpas para tomar aquela gelada no campo ou na praia.

Via 4Gnews

Sistema de Resfriar e Energizar

Usar a energia solar para alimentação de sistemas de refrigeração não é algo novo, mas cientistas da Universidade de Stanford, na Califórnia, demonstraram que o calor do sol pode ser coletado para simultaneamente produzir arrefecimento, com um dispositivo construído para esta finalidade. “Idealizamos e construímos o primeiro dispositivo que um dia poderá gerar e economizar energia, no mesmo lugar e ao mesmo tempo, controlando duas propriedades muito diferentes da luz“, revelou o engenheiro elétrico de Stanford Shanhui Fan.

A camada de captação solar do dispositivo é feita do mesmo material semicondutor que há tempos decora telhados para conversão da luz visível em eletricidade. A grande novidade
está na camada inferior, baseada em materiais que podem transportar o calor para muito além do telhado e espaço compreendido por meio do resfriamento radiativo.

Vale ressaltar que a refrigeração por radiação não funciona bem para algo como um prédio, já que a atmosfera terrestre age como um grosso cobertor e aprisiona a maioria do calor perto do edifício em vez de permitir que escape. Com base na tecnologia dos ventiladores de refrigeração, que tira proveito do fato dessa espessa camada essencialmente ter buracos que permitem que um determinado comprimento de onda de luz infravermelha passe diretamente para o espaço, esses equipamentos eram desenvolvidos a partir de materiais que podiam converter o calor irradiado de um prédio para o comprimento de onda
necessário, liberando o calor para o espaço e economizando energia que teria sido necessária ao condicionamento de ar no interior do edifício.

Esse mesmo material é o do ventilador colocado sob a camada padrão solar do novo dispositivo, que já tem um protótipo do diâmetro de um prato de torta montado no telhado de um edifício de Stanford. Os cientistas compararam a temperatura do ar ambiente no último piso com as temperaturas das camadas inferior e superior do dispositivo, esta última mais quente que a do pavimento teste, já que é a absorvente de luz solar.

Como os pesquisadores imaginavam, a camada inferior ficou significativamente mais fresca que o ar no telhado. “Isso mostra que o calor radiou de cima para baixo, através da camada
superior e no espaço“, disse Zhen Chen, que liderou as experiências como bolsista de pós-doutorado e agora é professor na Southeast University, na China.

O que eles não haviam sido capazes de testar ainda é se o dispositivo também produziria eletricidade. A camada superior neste experimento não contava com a folha de metal normalmente encontrada em células solares, que teria bloqueado a luz infravermelha do escape. A equipe agora está criando células solares que funcionam sem forros metálicos para acoplar a camada de resfriamento radiativa. “Achamos que em breve teremos um dispositivo prático que faz as duas coisas”.

Via Febrava

Túnel para congelamento rápido

Freezers, Froster, Eurotek spiral, Spirale, Seafood

A utilização do Túnel para congelamento rápido esta prevista na legislação vigente e se da após um elaborado processo de fabricação e embalagem dos espetinhos para festa, sendo que o processo de congelamento é fundamental para manter inalteradas as propriedades nutrícias e a aparência do produto, bem como estender a sua validade para consumo.

A segurança alimentar é tão importante a ponto de  de ter diversas legislações especificas para o setor, como estas:

  • Resolução RDC nº 216/MS/Anvisa, de 16/9/2004, dispõe sobre regulamento técnico de boas práticas para serviços de alimentação, a fim de garantir as condições higiênico sanitárias do alimento preparado e segurança alimentar;
  • Resolução RDC nº 275/MS/Anvisa, de 21/10/2002, que estabelece diretrizes para os Procedimentos operacionais padronizados – POP e Roteiro de inspeção;
  • Portaria nº 1.428 / MAPA de 26 de novembro de 1993, determinando os Regulamentos técnicos sobre inspeção sanitária, Boas práticas de produção e/ou prestação de serviços e Padrão de identidade e qualidade na area de alimentos;
  • Portaria CVS 6/99 do Centro de Vigilância Sanitária da Anvisa;
  • Portaria CVS – 1 CVS–DITEP de 13 de janeiro de 1998 do Centro de Vigilância Sanitária da Diretoria do Centro de Vigilância Sanitária da Secretaria de Saúde;
  • Portaria CVS-8, de 6/3/1996, do Centro de Vigilância Sanitária.

Existem pequenas variações na especificação técnica do Túnel para congelamento rápido, decorrentes do fato de haverem diversos fabricantes, entretanto mediante uma enquete entre eles foi possível balizar a especificação mínima aceitável, como segue:

  1. capacidade de congelamento: dada em quilos por hora e personalizada conforme a necessidade;
  2. tempo de congelamento: 1 hora é o tempo ideal de processo;
  3. temperatura final: atingir ao menos -30C;
  4. dimensão: o tamanho é customizado em consonância com a capacidade de congelamento;
  5. acabamento: o mais recomendado é o aço inox, entretanto o aço pré-pintado também é aceito;
  6. isolamento: a espessura mínima admissível é de 120 milímetros de poliuretano injetado;
  7. tipo de compressor: o mais empregado e o modelo hermético;
  8. condensação: habitualmente ela se dá a base de a ar ventilado;
  9. controlador de funcionamento: os melhores são os digitais e microprocessador;
  10. tensão: normalmente o Túnel para congelamento rápido funciona em 220 volts/trifásico.

Entre outras especificações de acordo com a sua necessidade e projeto.

Sempre consulte um especialista, engenheiro ou revenda de câmara frigorífica.  Faça uma consulta em nosso portal e procure um revendedor, engenheiros de refrigeração para obter mais informações e um projeto para o seu negócio.

A Câmara Frigorífica para flores prolonga a sua vida útil

Normalmente as flores elas devem ser conservadas em locais frescos e abrigados do sol, os vasos poderão ser mantidos lado a lado, alem disso será necessário regá-los conforme a necessidade e suas especificações para cada tipo de planta.

As flores de corte compreendem um capitulo a parte, por conta de suas peculiaridades requerem muito mais atenção e cuidados na sua conservação, pois imediatamente após colhidas inicia-se o processo de degeneração, diversas providencias são cabíveis objetivando desacelerar o processo em questão, na sequencia encontram-se enumerados alguns dos pontos basilares, a saber:

  1. Colheita: flores destinadas ao armazenamento devem ser colhidas antes da maturação completa, porém com seu desenvolvimento normal, quando colhidas em estádio de botão fechado são menos susceptíveis aos danos físicos e às condições ambientais adversas, tais como elevada temperatura e etileno, além de terem o manejo facilitado;
  2. Resfriamento pós-colheita: imediatamente após colhidas as flores devem ser armazenadas na Câmara fria para flores, visando o rápido resfriamento, esta providencia é substancial para prevenir a perda de umidade e remover o calor do campo, desta forma retardando a deterioração;
  3. Transporte: dar-se-á sempre que possível em caminhões refrigerados, pois a temperatura mais baixa diminui a transpiração, reduz a exalação natural de etileno, entre outros itens que degradam a flor;
  4. Armazenamento: a estocagem se dará em uma ótima Câmara fria para flores grande , existe uma excelente opção no mercado, trata-se da excepcional câmara fria padronizada , aliando um custo reduzido a elevada confiabilidade de funcionamento, este equipamento deve estar apto a controlar as seguintes grandezas:
    • temperatura: como visto ela é fundamental para a preservação, para as flores tropicais a temperatura apropriada é entre 4C a 7C, estudos constataram que nas rosas a temperatura é o maior determinante na respiração, sendo que a taxa de respiração é em torno de três vezes maior a 15°C do que a 5°C e seis vezes mais alta a 25°C;
    • umidade relativa: a Câmara fria para flores deve possuir um preciso controle da umidade, o índice deve ser mantido entre 90% a 95% de UR, desta maneira minimiza-se as perdas d’água e o consequente murchamento;
    • oxigênio e gás carbônico: faz-se necessário controlar a concentração deste dois gases no interior da câmara fria, entretanto envolve equipamentos de alto valor, desta forma, um paliativo baste útil é abrir a porta de acesso periodicamente para que aconteça a renovação do ar interior.

O Ganho é grande para floriculturas e Gardens que fornecem esse produto. Com uma câmara frigorífica, o tempo de vida útil para as flores, permitem estoques para revenda.

Faça uma consulta em nosso portal e solicite um orçamento.

Supermercados e seu impacto na Refrigeração

Setor está se renovando e passando por várias transformações.

Mudanças no comportamento do consumidor e na legislação, somadas à necessidade de reduzir custos e buscar uma postura voltada para sustentabilidade, trazem novos desafios e oportunidades.

Um dos segmentos mais importantes na refrigeração comercial é o de supermercados, que contam com grandes áreas dedicadas a produtos perecíveis e que necessitam de refrigeração: dos congelados aos resfriados.

É um setor muito dinâmico e que está em constante evolução, acompanhando o que acontece na sociedade e adaptando-se às transformações econômicas e às exigências da legislação. No momento, três grandes eixos de mudança afetam esses estabelecimentos, com impacto direto na forma como a refrigeração é usada neles. Como se adaptar?

 1 – Novos formatos de loja. Diferentes dos convencionais super e hipermercados aos quais estamos habituados vemos tanto o crescimento de lojas de bairro (dentro do conceito express) quanto o  dos “atacarejos” (conceito cash & carry, ou pague e leve). Grandes redes de supermercados passaram a investir fortemente nessa modalidade nos últimos anos, abrindo centenas de lojas com marcas como Minuto Pão-de-Açúcar, Dia %, Carrefour Express, Todo Dia, Minimercado Extra, Compre Bem e outras.

2- Utilização de fluidos refrigerantes naturais em substituição aos refrigerantes sintéticos. Em função de novas regulamentações e da maior conscientização ambiental da sociedade, a utilização de refrigerantes como propano (R290) e CO2(R744) vem se tornando mais frequente. O propano é indicado especialmente para sistemas de menor porte, já começa ser aplicado em soluções de Racks em casas de máquinas e já é muito utilizado em equipamentos incorporados, enquanto o CO2 começou a ser utilizado há algum tempo em grandes instalações, principalmente em sistemas sub-críticos em casas de máquinas remotas, sistemas estes igualmente seguros, desde que seguidas todas as normas internacionais.

3- Busca pela máxima redução no consumo de energia elétrica. Principalmente por causa do aumento no preço da energia nos últimos anos, todas as redes, das grandes às pequenas, têm dado uma atenção especial ao tema. A grande mudança que resultou dessa preocupação foi a introdução de portas nos expositores, balcões e ilhas. Conservar melhor o frio nos sistemas tem se mostrado a melhor forma de reduzir o consumo de energia. A ideia de que portas nos equipamentos poderiam reduzir as vendas no estabelecimento já foi superada. Para a refrigeração, isso impacta em uma menor necessidade de carga térmica e os sistemas incorporados têm ganhado espaço em virtude dessa nova realidade.Outra mudança ligada à redução no consumo de energia é o uso cada vez maior de soluções que modulam a capacidade dos sistemas de refrigeração. É o caso dos inversores de frequência e dos controles de capacidade, sendo estes últimos amplamente utilizados em compressores semi-herméticos.

Via Clube da Refrigeração